7 curiosidades sobre Granada

Conheça mais sobre esse incrível país

 

1 – Granada (Grenada em inglês) é um país constituído emum arquipélago no Caribe. Fazendo fronteira marítima com a Venezuela, Trinidad e Tobago e São Vicente e Granadinas, tem o apelido de “Ilha das Especiarias”. Conseguiu sua independência do Reino Unido em 7 de fevereiro de 1974. Mesmo tendo pequeno tamanho, essa nação tem uma história muito rica.

 

Vista de cima da capital de Granada, Saint George’s.

 

2 – Com apenas 344 km² de extensão, Granada é um dos menores países do mundo. Possui uma população de aproximadamente 110 mil habitantes, o que faz com que tenha uma grande densidade populacional. 90% dos granadinos vivem na maior ilha do arquipélago, que leva o mesmo nome da nação. A capital se chama Saint George’s e possui quase 10 mil habitantes. O engraçado é que apenas 31% dos seus moradores vivem em zonas urbanas, o que implica dizer que 69% habitem os campos.

 

Localização de Granada no mapa.

 

3 – Demograficamente, 82% dos granadinos são negros afro-americanos, 13% indígenas ou mestiços de indígenas e 3% indianos (vindos após o fim da escravidão como mão-de-obra barata). A língua oficial é o inglês, mas dois tipos de crioulo são falados no arquipélago: o de origem inglesa e o de origem francesa. Ambos misturam elementos de línguas africanas com os idiomas europeus. Há a predominância do dialeto crioulo francês, chamado Patois. Por fim, 97% da religião de Granada é cristã. Mais de 55% são católicos, quase 30% protestantes e aproximadamente seguem a crença anglicana.

 

Bandeira de Granada.

 

4 – O país possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,754, ficando no meio da classificação dos países. A renda per capita da população também é mediana. A economia de Granada é muito voltada para a agricultura: cerca de 25% do PIB granadino vem dessa atividade, que emprega ⅓ da força de trabalho. Os solos do arquipélago, de origem vulcânica, são muito propícios para o cultivo de especiarias, frutas tropicais e a cana-de-açúcar. Outros setores importantes são a pesca e o turismo. A moeda grandina chama-se Dólar do Caribe Oriental.

 

Carnaval de 1965 em Granada.

 

5 – A história de Granada é extensa: primeiramente povoada por tribos aruaques, posteriormente foi habitada pelos índios caraíbas (ou caribes) que expulsaram os povos anteriores. Cristóvão Colombo “descobriu” a ilha principal do arquipélago em 1498. No entanto apenas 1650 a colonização europeia se iniciou por intermédio dos franceses, que exterminaram os nativos. Durante o domínio francês, vários escravos africanos foram instalados na ilha. No Século 18 Granada passou várias por grande disputa entre o Reino Unido e a França. Em 1783 a ilha passou a ser possessão definitiva dos ingleses. Até 1974 o arquipélago ficou sob domínio inglês, tornando-se independente. Cinco anos depois um golpe de estado (saiba mais aqui) foi perpetrado, ocasionando o estabelecimento de um governo comunista. Em 1983, com a ocupação militar dos Estados Unidos, o país voltou ter um governo livre e democrático. Atualmente a nação mantém boa estabilidade política.

 

A Noz moscada, uma das especiarias cultivadas em Granada

 

6 – Por fazer parte da Commonwealth (Comunidade Britânica), Granada é uma monarquia parlamentarista, com a Rainha Elizabeth II funcionando como chefe de estado e o primeiro-ministro sendo o governante de fato. O Parlamento granadino é formado por 15 deputados e 13 senadores eleitos.

 

Uma escola na praia em Granada.

 

7 – Mesmo sendo um pequeno país, Granada tem vasta vegetação. Mais uma curiosidade sobre o arquipélago, é que os traços culturais são mais vinculados à influências africanas e francesas. Pouco ficou da colonização francesa além da língua. Em Olimpíadas, essa minúscula nação caribenha já ganhou uma medalha de ouro e uma de prata, ambas no atletismo.

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