7 fatos sobre Rachel de Queiroz

Saiba mais sobre uma das maiores escritoras brasileiras de todos os tempos

 

1 – Rachel de Queiroz foi uma famosa escritora, jornalista, tradutora e dramaturga brasileira. Nascida em Fortaleza em 1910, se mudou bastante na infância devido à seca, tema de muitos textos e livros dela. É uma das maiores romancistas brasileiras, tendo sido publicada em vários países. Além disso, era parente por parte de mãe de José de Alencar, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Faleceu em 4 de novembro de 2003, dormindo em sua rede aos 92 anos.

 

Rachel em sua juventude

 

2 – Com apenas 15 anos se tornou professora, e em 1927 estreou com crônicas e poemas no jornal “O Ceará”, com o nome falso de Rita de Queiroz. Em 1930 publicou seu primeiro romance “O Quinze”, que apresenta a temática da seca e da pobreza extrema no Nordeste. Seus livros do início da carreira eram cheios de críticas sociais, mostrando sua proximidade com o Partido Comunista.

 

3 – No começo da vida adulta Rachel vivia se mudando, mas conseguiu publicar mais dois romances até 1937. Nesse mesmo ano foi perseguida e presa pelo Estado Novo, acusada de ser comunista. Vários exemplares de suas obras foram queimados.

 

Rachel de Queiroz com seus amigos Adonias Filho (esquerda) e Gilberto Freyre (direita)

 

4 – Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1939, após a separação do primeiro marido. Ficou famosa por escrever crônicas para a revista O Cruzeiro e para alguns jornais. Casou-se em 1940 com um médico, vivendo com o segundo esposo até a morte dele em 1982. Na sua nova vida no Rio começou a escrever peças teatrais também.

 

5 – Em 1966 foi delegada do Brasil na Assembleia Geral da ONU e em 1967 se tornou membro do Conselho Federal de Cultura, que durou até 1989. Em 1969 Rachel lançou seu primeiro livro de literatura infantil.

 

Rachel se tornou a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras.
Fonte: http://www.onordeste.com/portal/rachel-de-queiroz/

 

6 – Lançou obras em diversas áreas e estilos durante sua longa carreira. Ficou mais conhecida por seus romances e crônicas (mais de duas mil publicadas), porém, também teve destaque como dramaturga e tradutora. Ganhou diversos prêmios nacionais e internacionais, como o Prêmio Machado de Assis em 1958 e duas vezes o Prêmio Jabuti.

 

7 – Foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, em 1977. Assim como a primeira mulher a vencer o Prêmio Camões (maior prêmio de literatura da língua portuguesa) de 1993 pelo seu romance “Memorial de Maria Moura”. 

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •