Janaína Branco

Gestora cultural fala sobre soluções para melhorar a visibilidade de alguns polos do FIG

 

Nome: Janaína Branco

Idade: 27 anos

Profissão: Designer e gestora pública de cultura

Biografia: Garanhuense, designer, mestra em Design da Informação, assessora de Design e Moda da Secretaria de Cultura de Pernambuco/FUNDARPE e produtora cultural.

 

(Um dos principais problemas do FIG é) A pouca visibilidade dos polos por parte dos visitantes. Quando falamos do FIG, os visitantes e admiradores do festival tendem a valorizar e focar na Praça Mestre Dominguinhos.

 

“Num momento político delicado pelo qual o Brasil está passando,

a cultura e as artes tendem a encabeçar lutas políticas e sociais…”

 

Num momento político delicado pelo qual o Brasil está passando, a cultura e as artes tendem a encabeçar lutas políticas e sociais, já que as mesmas carregam em sua essência a liberdade de expressão e o amplo poder de propagação. Fazendo uso dessa característica presente na cultura e nas artes, o contexto atual foi utilizado como motivação para a solução do problema.

Como toda a população está sendo impactada diretamente pela crise política e social que o Brasil está vivendo, buscamos soluções que fossem de encontro com esses interesses comuns. Foram pensadas programações para esses outros polos (dança, teatro, design, moda, gastronomia, circo, artesanato, audiovisual, literatura, cultura popular e música), que discutem temáticas políticas e sociais como: feminismo; política lgbttiq; política de gênero; golpe político; movimentos sociais e participação social nas decisões políticas… Através de atrações que dialogam com temáticas tão instigantes, intrigantes e pertinentes, buscamos atrair o público para outros polos, fazendo com que todos possam conhecer o poder político e cultural de todas as linguagens abraçadas pelo FIG.

 

“Além de despertar o interesse do visitante por outras linguagens culturais,

a proposta acredita instigar o pensamento político e empoderador do visitante…”

 

Além de despertar o interesse do visitante por outras linguagens culturais, a proposta acredita instigar o pensamento político e empoderador do visitante e também do artista que está propondo levar a tona questões polêmicas do contexto atual. A proposta acredita ainda numa propagação da arte enquanto lazer, discurso e luta. Mostra o real sentido da cultura e das artes, que transcende as barreiras do palco/galeria.

 

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